Progresso e gramática.

No JN:

Novas estradas roubam clientes e deixam fruta nas árvores para os pássaros

Finalmente algum bom senso e sentido estratégico na Cp. Podem fazer igual por aqui, fazendo equivaler os preços dos Regionais e dos Urbanos à volta do Porto e tornando o passe válido para ambos os serviços. Área Metropolitana do Porto, Autoridade Metropolitana de Transportes, vão seguir a dica? onde negociar opções binárias

A CP vai baixar os preços do serviço Intercidades na linha da Beira Baixa e introduzir algumas melhorias nas respetivas automotoras, explicou a transportadora em comunicado.

A partir de 1 de Junho, os preços nos percursos entre o Entroncamento e a Covilhã serão “reduzidos para valores próximos do serviço regional”, explicou a CP em informação enviada à Lusa. Os novos preços serão revelados nos próximos dias.

Ainda segundo a empresa, os portadores de assinaturas nos mesmos percursos poderão utilizar, “sem qualquer agravamento de custo, quer o serviço regional quer o serviço Intercidades”.

Haverá também uma redução de preços para as viagens de longa distância em comboios Intercidades na linha da Beira Baixa realizadas entre segunda e quinta-feira.

No GreenSavers.

Na TVI24:

UNESCO prepara-se para travar barragem do Tua

Projeto de decisão lamenta que Portugal não tenha mencionado a obra no processo de candidatura da paisagem do Douro

O Comité do Património Mundial da UNESCO prepara-se para travar as obras na barragem do Tua. A decisão pode ser tomada já na reunião de Junho. De acordo com o jornal «Público», o projeto de decisão lamenta que Portugal não tenha mencionado a obra na candidatura da paisagem do Douro.

Assim, o Comité quer a interrupção imediata das obras, «solicitar uma missão conjunta de análise à situação da área de paisagem classificada do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial e remeter um relatório atualizado até ao final de janeiro próximo».

Já um anterior relatório de avaliação resultante de uma visita realizada à região em abril do ano passado considerava que a barragem no Tua tem um «impacto irreversível e ameaça os valores» que estiveram na base da classificação do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial. A resposta do Governo português a este relatório só terá chegado, de acordo com o «Público», a 08 de fevereiro deste ano. O Governo argumentou que o projeto foi alvo de consulta pública e a obra só avançou depois da avaliação favorável.

O projeto de decisão deve ser avaliado na reunião de S. Petersburgo, na Rússia, a 24 de Junho. Por norma dotas [sic] as propostas são aprovadas.

Para quem é contra a barragem, abriu no Avaaz uma petição. Está a ganhar novos peticionários minuto a minuto.

No Público, por dica do Texas:

Sónia Brazão acusada de crime de libertação de gases asfixiantes

Não sei de nada. No Público:

Espanha altera percurso do Lusitânia, CP e REFER não sabem de nada

Ana Barbosa:

Vivo no centro do Porto (zona C1) e a minha actividade profissional obriga-me a deslocações para diferentes concelhos do distrito do Porto, sempre em transportes públicas. Nenhum mês é igual ao anterior nem nenhuma semana é igual à seguinte. Isto obriga-me a fazer muitas contas mensalmente para comprar o passe adequado, sem perder dinheiro. E obriga-me a fazer muitas contas diariamente para saber qual o melhor transporte para chegar atempadamente ao destino.

Considerando o local onde vivo compro sempre o passe de duas zonas (C1+C2) e depois tenho de pensar quantas zonas tenho de comprar para cada lado.

Actualmente a minha vida profissional faz-se em seis concelhos diferentes, para os quais tenho de utilizar diferentes meios de transporte:

Ø Porto (zona C2).
Ø Matosinhos (C3) – ou compro andante Z2 ou o passe de 3 zonas (C1+C2+C3).
Ø Gondomar, mais exactamente em Covelo (C14) – só tenho camioneta da Gondomarense com horários muito limitados (pago 2,45€ por viagem). Havendo a possibilidade de utilizar andante, como está previsto, devo comprar andante Z5 ou passe de 6 zonas (C1+C6+C7+C12+C13+C14).
Ø VNGaia, Canidelo (S1) – Compro andante Z2 ou passe 3 zonas (C1+S8+S1).
Ø Maia (C5) – ou compro andante Z2 ou passe de 3 zonas (C1+C2+C5 ou C1+C6+C5)
Ø Valongo, Campo (C16) – ou uso andante Z4 ou passe de 5 zonas (C1+C6+C8+C10+C16).

Portanto, se eu quiser andar descansada sem fazer contas diariamente, optando por uma assinatura mensal que englobe todas as zonas (C1+C2+C3+C5+C6+C7+C8+C10+C12+ C13+C14+C16+S1+S8) compraria um passe de 14 zonas, o que não existe.

Ou, então, faço como tenho feito: compro o passe de 2 zonas (C1+C2) e ando com andantes Z2, Z4 e Z5, sempre a fazer cálculos para não me enganar.

No JN:

Oliveira a fundo no adeus

Comboios XXI:

Declaração
Modernizar a Ligação Ferroviária Internacional Porto / Vigo
Potenciar a euro-região Norte de Portugal – Galiza
Melhorar o Serviço Ferroviário aos Utentes

A Associação do Eixo Atlântico e a Associação de Utentes Combóios do Século XXI reunidos hoje em Viana do Castelo com o objectivo de alertar os governos de Portugal e de Espanha, na véspera da Cimeira Ibérica, vêem recordar a necessidade da modernização da ligação ferroviária Porto Vigo, como pressuposto para potenciar a euro-região Norte Portugal – Galiza:

É urgente e necessária uma ligação ferroviária moderna do Século XXI, impondo-se a modernização da linha do Minho, entre Vigo e Porto, que permitirá ligar ambas as cidades num tempo estimado de setenta e cinco minutos, servindo todas as populações ao longo da ferrovia, de cerca de 2 milhões de habitantes da euro-região;

Esta ligação representa um pequeno investimento financeiro dos inicialmente previstos para a ligação ferroviária de alta velocidade Porto – Vigo, podendo ser reorientadas verbas de fundos comunitários disponíveis ou afetar no próximo quadro comunitário de apoio;

Este projeto das comunidades do Norte de Portugal-Galiza é técnica e financeiramente viável e representa um fator essencial para o desenvolvimento e competitividade económica e social desta euro-região e um serviço ferroviário de proximidade para as populações locais;

A Associação de Utentes Comboios do Século XXI chama a atenção para a brutal desigualdade que há entre a Linha Porto-Braga ( eletrificada, via dupla, sem passagens de nível e com comboios modernos) e a linha Nine-Valença ainda não eletrificada, com uma única via, cheia de passagens de nível e com comboios de meados do século XX em muito mau estado.

Esta situação dificulta a mobilidade de passageiros entre a Região Norte e a Galiza com prejuízos de toda a ordem económica, social e outros, atingindo mesmo a ligação entre universidades e instituições do ensino superior, devendo notar-se que cada vez mais alunos e docentes utilizam o transporte público quando ele reúne condições satisfatórias.

O transporte, que é muito procurado, entre Valença, Viana e Porto e vice-versa tem tempos de viagem excessivos e horários desajustados que levam os utentes a escolher outros meios, nomeadamente o automóvel. A Associação Comboioios Século XXI entende que a linha tem grandes potencialidades que estão atrofiadas por esta situação.

Viana do Castelo, 7 de Maio de 2012.

A Associação do Eixo Atlântico
A Associação Utentes Comboios do Século XXI

No Público:

Junta de São Nicolau quer tirar carros da Baixa de Lisboa

Segundo o autarca, a grande maioria dos veículos que passam na Baixa não quer na verdade ir para a Baixa. “Setenta por cento do tráfego que utiliza a Rua da Prata é de atravessamento, na Rua do Ouro esse número sobe para 85% e na Ribeira das Naus é de 90%. Esse tráfego utiliza a Baixa como atalho, só provoca poluição e não serve a Baixa”, frisou.

Por isso, António Manuel fez chegar ao vereador da Mobilidade da Câmara de Lisboa, Nunes da Silva, uma proposta no sentido de reduzir o trânsito na Baixa lisboeta, alargar os passeios e alterar a gestão dos parques de estacionamento subterrâneos.

Contactado pela Lusa, o presidente do Automóvel Clube de Portugal (ACP), Carlos Barbosa, criticou a ideia, afirmando que vai “matar a Baixa”. É uma ideia “sem pés nem cabeça” porque aquela é uma zona de “passagem de colina para colina”, considerou.

Carlos Barbosa só tem prejudicado a mobilidade em Portugal, com as suas constantes tomadas de posição contra os transportes públicos, pedonalização e uso de bicicletas em meio urbano. Usando o calão da área, um desastre de presidente.

No dia 15 de abril cheguei à estação de Guimarães antes das 20h30, ou seja, 20 minutos antes do comboio que desejava apanhar, o das 20h48 para o Porto. Com a bilheteira fechada, a máquina era a única hipótese. E como a estação tem apenas uma máquina, as chances de algo correr mal aumentam exponencialmente. O que foi o caso. A máquina não aceitava notas nem pagamentos com multibanco. Como não tinha dinheiro trocado, tive de correr os cafés à volta da estação. Voltei à estação pouco antes do comboio partir, e como o troco (no café) me foi dado em moedas muito pequenas, e como a máquina rejeitou parte das moedas, o processo foi incrivelmente stressante. A mecanização da venda de bilhetes e a redução dos horários / fecho definitivo de bilheteiras pode introduzir poupanças imediatas na redução de postos de trabalho, mas gera enormes prejuízos a longo prazo na captação de clientes para a ferrovia. Têm de compreender que só ando de comboio por ser aficionado da ferrovia, porque o serviço prestado pela cp é de baixíssima qualidade. Nada contra os seus funcionários, mas tudo contra os seus gestores.

Na altura, não sei por que infelicidade de agenda, esqueci-me de postar o Biosfera em que eu, o Nuno Oliveira e o Zé Pinto, representando a Comboios XXI (e também o grande Carlos Cipriano) denunciámos o fim das linhas ‘deficitárias’. Programa a ver e a rever.

Sobre a Fontinha, diz Daniel Oliveira (via):

O gesto autoritário do presidente da Câmara, injustificável aos olhos de qualquer pessoa com o mínimo de sentido cívico, faz todo o sentido: não é Rui Rio que serve o Estado para este servir os cidadãos. É o Estado que serve Rui Rio para os cidadãos se vergarem ao seu poder. Querem saber porque somos um país atrasado e subdesenvolvido? Porque admiramos a autoridade de homens como Rui Rio. Como se a força bruta fosse a única forma de poder que entendemos.

Alguém vá, por favor, explicar à CP o que é a Rede Ferroviária Nacional. No Público:

O Intra-Rail é um produto da CP destinado aos mais jovens que permite viajar de comboio por três ou dez dias numa de quatro zonas do país com direito a alojamento em pousadas de juventude. Mas, até há algumas semanas, o mapa apresentado pela transportadora estava desactualizado em pelo menos dois anos e apresentava ainda linhas que já foram encerradas e outras que passaram a estar só afectas a serviço de mercadorias. No total, o mapa da CP tinha 500 quilómetros a mais de linhas.

O Carlos Cipriano tem feito mais pela ferrovia em Portugal do que grande parte dos dirigentes da CP e políticos nos últimos trinta anos.

Bravos. No Público:

Centenas de pessoas pararam comboios em Marco de Canaveses

No Ecosfera:

A Câmara Municipal de Penela está a preparar um plano para a recuperação dos cerca de 1700 hectares de floresta destruídos pelos incêndios de há duas semanas, propondo aos proprietários privados o regresso às espécies autóctones.

O concelho foi atingido a 28 e 29 de Março por dois fogos, em S. João do Deserto e em Tola, que consumiram mato e eucaliptos. Agora a autarquia quer plantar espécies autóctones, como o castanheiro, o carvalho e o medronheiro.

“Não queremos que o eucalipto acabe definitivamente (no concelho), mas vamos sugerir aos proprietários que façam a reflorestação com espécies autóctones”, disse o autarca.

“Devia haver um plano de ordenamento da floresta, que precisa de ser ordenada e cadastrada. Há muitos terrenos que ninguém sabe de quem são”, criticou o autarca do PSD, que diz “desconhecer por que razão se encontra suspenso” o Plano Regional de Ordenamento da Floresta para o Pinhal Interior Norte (PROFPIN).

No P24:

Clubes de Matosinhos podem fechar devido a fim dos subsídios nos subsídios da câmara

No JN:

Infantário num contentor para aproximar ciganos

Dica da muito viajada Alice. No JN.

Coelho no forno causa incêndio que fez dois feridos

Portugueses têm mais doutorados e mais filhos fora do casamento do que os espanhóis

Conclusão de que sempre suspeitei. (via)