Progresso e gramática.

No Porto24:

O presidente da Câmara de Matosinhos quer implementar o sistema Andante em todas as carreiras do concelho, lamentando que actualmente apenas uma linha esteja a funcionar nestes moldes.

“O sistema de transportes de Matosinhos já tem uma adesão ao Andante, mas apenas numa das carreiras da Resende. A nossa ideia é que tudo fique ligado ao Andante”, afirmou Guilherme Pinto, esta terça-feira, no final da reunião de câmara, na qual foi aprovado o estudo de mobilidade do concelho.

No JN.

A Câmara de Gaia apelou, esta quarta-feira, à reabertura das negociações entre STCP, Metro e operadores privados de transportes do concelho para a utilização do Andante em mais do que as “seis ou sete” carreiras actuais.

O autarca explicou que em Gaia “o que foi aprovado são seis ou sete carreiras” de dois dos quatro operadores de transportes privados do concelho.

Em Gaia operam a Espírito Santo, Oliveira Fernandes Ribeiro, União de Transportes dos Carvalhos e MGC, tendo apenas as duas primeiras aderido ao Andante e não em todas as carreiras.

“Admito que há alguma resistência de operadores privados. Só dois aderiram e com poucas carreiras, o que é muito pouco para o que é a dimensão do concelho”, salientou Firmino Pereiro lembrando que “as pessoas da parte nascente do concelho não podem usufruir do Andante “.

Isto tem a ver com isto.

No Público:

Andante chega hoje a privados do Grande Porto

O cartão Andante chega hoje a cerca de 50 linhas de operadores privados de transportes do Grande Porto, resultado de um protocolo assinado pela Autoridade Metropolitana de Transportes (AMT).

O protocolo irá permitir uma maior liberdade aos passageiros que assim, e com o Andante, poderão optar pelo veículo de qualquer operadora, independentemente de serem públicos ou privados.

Os privados, que agora se juntam, são a VALPI, a Gondomarense, a Espírito Santo, Nogueira da Costa e OFR-Oliveira, Fernandes & Ribeiro, estando a Resende a aguardar a conclusão do processo de legalização. As cerca de 50 linhas que passam a integrar o sistema Andante incluem, entre outros, os destinos: Porto, Formiga, Valongo, Matosinhos, Sobrado, Valbom, Rio Tinto, Souto, Hospital S. João e Gaia.

No menos um carro (não o original, mas a cópia), segundo a notícia do JN:

Andante chega amanhã a mais de 430 mil pessoas

De acordo com o Jornal de Notícias, dos seis operadores que assinam amanhã o protocolo de adesão ao Andante na Trindade – VALPI; ETG- Gondomarense; Espírito Santo; Nogueira da Costa; OFR Oliveira e Fernandes&Ribeiro e Resende, a Espírito Santo é a operadora que trará o maior número de clientes para o bilhete intermodal. As 12 linhas que integram o Andante servem 300 mil pessoas.

Segue-se a Gondomarense com 73 mil clientes em 10 linhas e a Resende com 33 mil passageiros em duas carreiras.

“Houve interesse para as linhas que partem do centro para a periferia. Queríamos ter ido mais longe e apanhar corredores na periferia, mas não foi possível. Algumas empresas ficaram de analisar a possibilidade de integração. Estou convencido de que haverá, no futuro, uma pressão dos utentes junto dos operadores que os levará a aderir ao Andante”, sustenta Joaquim Cavalheiro.

O presidente da Autoridade Metropolitana de Transportes do Porto destaca ainda que, com a integração de 45 linhas, a maior parte dos passageiros do Grande Porto terá o direito de escolher se compra o passa monomodal ou intermodal.

Actualmente, há centenas de utentes do metro, moradores na Gaia, na Maia, em Gondomar e em Valongo, que, para chegar às estações, têm de comprar dois bilhetes – o Andante e o título privado -, já que são os autocarros do transportador privado que passam à porta de casa.

Neste sentido, o alargamento do Andante dará liberdade de escolha aos passageiros e possibilidade de combinarem mais do que um meio de deslocação.

Se optarem pelo bilhete intermodal, os passageiros podem usar o mesmo título em meios de transporte diferentes, além de não terem de esperar na paragem pelo autocarro da STCP, já que seguem viagem na primeira camioneta que acostar na paragem.

Embora nem sempre os percursos sejam coincidentes, existem muitas origens e destinos comuns. Todos os operadores manterão o seu próprio tarifário, que, em alguns trajectos, fica mais em conta do que o Andante.

Por exemplo, o passe de quatro quilómetros da Espírito Santo é a solução mais barata, para quem só quer viajar dentro do concelho de Gaia. O passe fica por 25,10 euros, enquanto a assinatura Andante com o preço mais baixo (Z2) custa 28,40 euros. Mas, na maioria dos percursos, o Andante é mais vantajoso do que a assinatura monomodal dos privados.