Progresso e gramática.

 

@brian_habana Pods perceber d futebol ms d política percebes pouco ou nada. A jogada dos caxineiros foi futebol, a dos madeirenses, política

@brian_habana O cabelo à punk do Meireles foi inspirado p/ antigo cabelo à punk do Veloso q foi inspirado p/ atual cabelo à punk do Quaresma

Jogada entre caxineiros, golo. Jogada entre madeirenses, falhanço. Há de facto algo de mal com a Madeira.

Aparentemente na Bósnia ‘fazer barreira’ significa cavar uma trincheira.

ptolo Presidente bósnio anuncia que em caso de derrota as tropas bósnias invadirão Portugal. Cavaco ameaça com envio de Queirós. Bósnios recuam.

Presidente bósnio anuncia que em caso de derrota as tropas bósnias invadirão Portugal. Cavaco ameaça com envio de Queirós. Bósnios recuam.

 

Aumento do preço dos transportes: o caro sai ainda mais caro

O aumento dos preços dos transportes não é apenas socialmente insustentável. É economicamente irresponsável. Parece que vamos poupar, mas a decisão trará prejuízo. Cinco consequências óbvias:

1 – Desencoraja os cidadãos a usar os transportes públicos, daí resultando a continuação da utilização do transporte individual, que, para além de exigir a manutenção de infraestruturas mais caras, aumenta a nossa dependência energética. Consumir menos energia um imperativo económico (e ambiental). E transportes coletivos acessíveis são condição para esse objetivo nacional.

2 – Transportes coletivos mais caros aumentam os custos da distância, reduzem a competitividade de regiões mais isoladas, aumentam a pressão sobre os grandes centros urbanos e contribuem para o desordenamento do território. Os efeitos não se medem apenas em custos sociais – pobreza, segurança, saúde publica – que o Estado terá de pagar. Os efeitos económicos são profundos e duradouros.

3 – Mais carros nas ruas é mais engarrafamentos e mais tempo perdido. Mais tempo perdido tem efeitos na produtividade. Se o argumento da qualidade de vida dos cidadãos já não chega, que se tenha em conta este.

4 – Transportes mais caros aumentam os custos do trabalho. Ou ele se reflete nos salários – porque é mais caro ir trabalhar – ou, na ausência de poder negocial, esse custo é transferido para o trabalhador. Mas, seja quem for que pague, não deixa de ser um aumento do custo da mão de obra.

5 – Aumentando esta despesa – que para quem trabalha ou estuda não é dispensável -, reduz-se o dinheiro disponível para as famílias poderem poupar, agravando assim o nosso endividamento externo crónico.

Daniel Oliveira, por dica do Zé Pinto.

“Gostava de pôr em tribunal quem renegociou contratos sem risco”

Quanto ao projecto de alta velocidade ferroviária, faz sentido avançar com um investimento que pára no Poceirão?

Para mim, o argumento principal é saber se ele faz falta ou não. Tenho as maiores dúvidas de que a linha Lisboa-Madrid fosse a prioritária. Uma linha que servisse a área metropolitana linear entre Braga e Setúbal para passageiros é que faria diferença, já que teríamos uma região à escala da primeira divisão europeia, onde também estamos mal servidos ao nível do transporte aéreo. O facto de parar no Poceirão é um mal menor. O mal maior é que eu acho que ela não faz sentido enquanto não houver desentupimento das mercadorias para o lado de Madrid. Até lá, entre as duas capitais, estamos bem servidos com o avião.

Não é importante levar as mercadorias até à Europa?

Deu-se esta coisa espantosa que é o sítio das exportações portuguesas estar a norte e avançar com uma linha de mercadorias que está a sul, e não há nenhuma ligação em bitola internacional para mercadorias projectada até ao Poceirão. Há algo que não bate certo. Outro problema, grave, é que não estamos a falar de levar mercadorias para a Europa, mas, quando muito, até Madrid. Os espanhóis não têm nenhuma ligação projectada de mercadorias em bitola europeia para norte de Madrid. Madrid é uma linha de 600 km, fica a um dia de camião. Ou seja, esta ligação não é nada prioritária.

E, acerca do pacote rodoviário, como se desata o nó que tem vindo a ser evidenciado?

A Holanda tem pronto há mais de dez anos um plano para passar a cobrar portagens em todas as estradas e em todo o território, mas com o compromisso de neutralidade fiscal. Historicamente, toda a cobrança de infra-estruturas fez-se indirectamente, através dos combustíveis, porque tinha custos de transacção menores. Hoje, com as tecnologias de satélites e electrónicas, passa a ser possível cobrar a cada automobilista no momento do uso. Não vejo outra solução mais decente para o caso português que não seja muito rapidamente apanhar este comboio: passarmos a ter o princípio que se paga em todas as vias e que, naquelas vias que estão sujeitas a contratos de concessão, os dinheiros são para os concessionários.

Pagar taxas de portagens em todas as vias? Mesmo nas estradas secundárias?

Deixa de pagar imposto pelo combustível e passa pagar uma taxa pelo uso da via. Isto é suficientemente polémico, a Holanda tem tudo pronto, tecnologia testada, mas ja caíram dois governos. Gostava de pôr em tribunal algumas pessoas que negociaram esses contratos de auto-estradas sem nenhum risco. Porque, ao alterá-los para rendas por disponibilidade, o Estado português perdeu toda a capacidade negocial. E a única solução que nos coloca a caminho é passar a cobrar efectivamente o uso das estradas. A factura que vem aí das estradas é de tal maneira pesada, que não estou a ver como a vamos pagar só com automobilistas. Temos de ver se os automobilistas pagam e se o resto se consegue renegociar, empurrar isso para prazos mais longos.

José Manuel Viegas, entrevistado no Público, por dica da Mafalda.

A CP-Comboios de Portugal terá pronto todo o material técnico necessário para avançar com a privatização das linhas suburbanas do Porto e de Lisboa no final do primeiro semestre, apurou o SOL. A decisão de entregar aos operadores privados a exploração das vias mais movimentadas do país caberá ao próximo Governo.

No Comboios XXI.

O Governo teve a genialidade de fazer das auto-estradas sem custo para o utilizador um excessivo e praticamente obrigatório custo para os 5,3 milhões de pessoas que moram a menos de 120 quilómetros do Porto, a acreditar em algumas contas. A propósito, segundo os mesmos cálculos, a população residente a igual distância de Lisboa é de 4 milhões…

Amílcar Correia, no Público, referindo-se à minha mais recente infografia. É só achar o seu endereço eletrónico e já lhe mando o excel.

Como orgulhoso membro da Associação de Cidadãos do Porto, transcrevo em seguida o programa do ciclo de conferências Cidades pela Retoma, a realizar durante esta semana.

Nos próximos dias 20 e 21, pelas 21.00, no Clube Literário do Porto terá lugar a conferência “Cidades pela Retoma”.

Esta conferência é a primeira resposta ao desafio lançado por José Carlos Mota (Univ. Aveiro) de criar espaços de reflexão e acção sobre o papel específico que cada uma das nossas cidades pode ter na ‘retoma económica’ e engloba-se no espírito da “World Urban Campaign” que as Nações Unidas estão a levar a cabo em 2010.

A Associação de Cidadãos do Porto assumiu o papel de dinamizar no Porto este encontro que deverá mobilizar os cidadãos, em particular os especialistas da temática das cidades (técnicos e cientistas), empresários, personalidades das artes, cultura e dos media e, ainda, individualidades que desempenhem cargos de responsabilidade política a participar num exercício de reflexão colectiva sobre o papel das cidades na actual fase de desenvolvimento do país, que vise identificar e avaliar os seus recursos com potencial para o desenvolvimento económico e social e ajudar a definir uma ‘agenda local para a retoma’.

O programa das 2 sessões aposta em apresentações breves (15m) de 4 oradores por dia que irão introduzir diferentes temas que servirão para um debate alargado com a audiência.

20 Outubro

21h00 / Boas-vindas / Miguel Barbot / ACdP

21h10 / As Cidades e a Retoma / José Carlos Mota / Plataforma No Economic recovery without cities

21h25 / Cidadania 2.0 – Colaboração pela Cidade / Vitor Silva / ACdP

21h40 / Regionalização 2.0 – o papel das Cidades / Rodrigo Cardoso

21h55 / José Rio Fernandes / Cidades, Desenvolvimento e Governança / FLUP

22h10 / Debate / Miguel Barbot / / ACdP

21 Outubro

21h00 / Boas-vindas / Alexandre Ferreira / ACdP

21h10 / Dinamizar, aproximar e projectar o território com o Digital / Luís Borges Gouveia / UFP

21h25 / Permacultura urbana / Francisco Florido / Movimento Terra Solta

21h40 / Redesenhar o Futuro / Frederico Lucas / Novos Povoadores

21h55 / Indústrias Criativas e Competitividade / Carlos Martins / Opium

22h10 / Debate e encerramento / Alexandre Ferreira / ACdP

Inscrições: acdporto@acdporto.org

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Ui, era isto o maior foguete do mundo?!

Não há forma de lhe fugir, foi uma portuguesada das grandes, diz toda a gente que o viu: o maior foguete do mundo bateu efectivamente um recorde – a cana de sete metros e 13 quilos saiu, subiu e explodiu lá no ar -, mas o desapontamento que provocou foi colossal e isso é excessivo.

No JN.

Não se consegue fazer a vontade a todos. Nem Deus consegue. Por isso ele faz as coisas como entende e faz muito bem. Porque há sempre polémica

Fátima Portela, quando questionada sobre a nova localização proposta para o edifício da Câmara da Trofa.

Tem um encanto tão fluido que parece inscrever-se com a mesma naturalidade num descampado ou no coração de uma zona urbanana.

LMQ, no Público, falando sobre o Mercado do Bom Sucesso.

Se um concelho é saudável, inventam logo que

Hospital de Valongo só atrai 30% da população

No JN.

Temem que a elevação traga parquímetros

No JN.